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Banqueta as avessas

Modelo de banqueta muito usado na década de 90, feito em madeira de Mogno ou Imbuia, com assento em laminado melamínico ( Formica ® , por exemplo). Banqueta prática e resistente, porém... feinha que só! Tão feinha que alguém abandonou uma pela vizinhança, junto com uma tábua de cozinha, em madeira robusta. Ahh, "catei"! E, com uma peça em cada mão, segui para casa, fazendo planos. Lixei tudo, no capricho. Aliás, a tábua é em madeira hiper dura, nem a lixadeira fazia cócegas. Daí passei fundo látex PVA branco na banqueta e lixei até a madeira ficar bem nivelada... ... e como queria só o "avesso" dela pintada, isolei tudo com jornal e fita crepe. Usei tinta spray azul à vontade, até cobrir toda a base branca... ... na parte da madeira, passei verniz Stain,  da Suvinil, dando destaque ao azul. Já a tábua, que cortei e usei como assento, isolei com jornal e fita crepe, deixando somente o espaço para o estêncil. Assim, reaproveitei as duas peças, ...

Penteadeira na capa da Decore Fácil

Oi para quem está passando por aqui! Lembram-se desta penteadeira?  Então, fiquei orgulhosa por vê-la na capa da revista Decore Fácil   da Editora Alto Astral Emoção ver este móvel cheio de vaidade aparecendo por aí. Agradeço a atenção da redatora  Monique Lima , super gentil e disposta.   Além desse PAP da penteadeira, há ainda várias outras ideias legais de móveis e objetos que ganharam cara nova. Fiquei encantada pelo banquinho da designer Ariane Protte   do blog Jóia de Casa   (aliás, que blog lindo!). E tem alguns trabalhos do Estúdio Lixa , feitos pela Martha Nucci , super autênticos também, como esse móvel verde, que adorei! Ah, e na revista tem  tantas outras artes fofas que faltaria tempo para citar aqui. Enfim, prazer pelo trabalho reconhecido. Aproveita que você está aqui e dá um pulinho para curtir Madeira em Forma lá no facebook e instagram Beijos Sandra

Madeira em Forma novamente na Revista Móbile Sob Medida

C apa edição 97 - maio 2016 Satisfação por ter a oficina de restauração Madeira em Forma mais uma vez citada nesta revista. A primeira com este conceito no Brasil: informar profissionais da área de marcenaria sob medida sobre novas técnicas de acabamento, tendências em ferragens, acessórios e tecnologia em máquinas direcionadas ao setor moveleiro, sem, contudo, deixar de valorizar trabalhos autorais.   Na revista Móbile Sob Medida   você também encontra diversas dicas e histórias de empreendedores bem sucedidos na área de marcenaria. Na edição 97 da revista, a matéria sobre DIP DYE foi feita direcionada à fabricantes de móveis, como alternativa em acabamento diferenciado e atual. A sugestão é "ousar"! Por Thiago   Rodrigo   Pereira   da   Silva Departamento de Jornalismo Alternativa Editorial Ltda. www.emobile.com.br    Lembrando que a revista Móbile Sob Medida já havia citado Madeira em Forma nesta...

Estante Cimo

Olá! Mais um trabalho que eu, a Ana e o Hiroshi concluímos. Há uns 3 anos, caminhando pelo bairro, passo por uma oficina de carros, bem pequena, e observo um móvel interessante, empilhando ferramentas e latas de óleo. Pedi licença para observar de perto. Me encantei e tive certeza de que era uma peça muito original.   (Assustadora, não?!) Fiz proposta de compra e o tal mecânico nem pestanejou. Fez um preço camarada. Busquei no dia seguinte. E ele, para me "ajudar", nesse meio tempo, derramou um monte de óleo Singer nas corrediças do móvel, dizendo que ajudaria as portinhas a correrem macias, isso manchou ainda mais a madeira :( Não que eu tenha algo contra p óleo Singer, mas para madeira, nunca use).    A sorte é que é laminado em madeira Marfim, extremamente dura, o que dificultou um pouco a absorção do óleo. Mas foram muitas e muitas lixas. Todas as lâminas descolando, secas demais. Colamos tudo, pedacinho por pedacinho. ...

Antigas polias de madeira da década de 50

Como tudo que é de madeira me atrai, estou com uns planos diferentes, fazer com que o restauro se estenda para além dos móveis.  Restaurei algumas polias, bem antigas, pertenciam à uma fazenda no interior do Paraná, onde funcionava uma "atafona" - segundo alguns dicionários, é uma casa de moagem de farinha, podia ser por tração manual, animal ou, uma roda d'água fazia girar os mecanismos.  Pesquisando, encontrei belas imagens relacionadas ao tema do post. Para quem gosta de história, uma pequena viagem ao tempo. FONTE FONTE FONTE FONTE FONTE Abaixo, polias de madeira que restaurei. A intenção é fazer delas tampos de mesa, banquetas ou pendurá-las na parede, no ambiente da churrasqueira em sua casa. Todas devidamente tratadas contra cupins e outros insetos espertinhos que destroem essas raridades. Lixadas e envernizadas. Podendo, assim, ficarem expostas à relativa umidade e sol.   Polia maciça. Consegue imaginar q...

Cadeira Cimo, giratória - restaurada

Depois de um sumiço de quase meio ano, volto animada para dividir com vocês alguns trabalhos realizados pela oficina de restauração Madeira em Forma.  Um deles, é essa cadeira, mais que especial. Nas duas primeiras imagens, ainda sem restauro, mas com certeza, por baixo dessa tinta toda, existia uma madeira linda. Características: Cadeira de escritório Cimo C. de 1920, em Rio Negrinho, SC. Com assento regulável na altura e inclinação por meio de uma engrenagem giratória de ferro inspirada nos bancos de piano. A cadeira está associada ao cotidiano dos servidores públicos no século XX. Veja mais imagens AQUI de como era esta cadeira, antes do restauro. Eu e Hiroshi trabalhamos exaustivamente. A desmontamos, raspamos, lixamos, colamos e, por fim, recebeu verniz acetinado, resistente, para valorizar cada veio dessa "história" que a Cimo nos deixou e que merece ser eternizada. Bela, como imaginávamos. Como é feita em compensado la...

Cadeira Cimo 1001

Pobre cadeira. Deprimida de dar dó. Fora pisoteada por almas sem coração. A usavam como apoio para subir e aplicar grafiato nas paredes. Ninguém dava nada por ela. Todos a olhavam com desprezo, uns até desviavam os olhos e reclamavam "joga essa cadeira fora". E, como se não bastasse seu estado lastimável, a deixaram na calçada, em frente à casa, onde ficou na chuva por alguns dias. Passei várias vezes e a cobicei.  Ela, toda envergonhada, nem me deu bola - não era digna de ser admirada.  O que a sustentava em pé eram as lembranças dos tempos áureos, da expressão de satisfação de seus novos donos, quando fora comprada, por volta de 1950.  Enfim, meu encontro com esta cadeira CIMO 1001, original, foi quando tive coragem de "bater palmas" (para ela), em frente ao portão da tal casa, e ter criado coragem de perguntar se queriam vendê-la. O senhor que me atendeu, ficou um bom tempo olhando para a cadeira. Pensei "duvido que ele ainda queira esta cadeira ...