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Mostrando postagens com o rótulo Imbuia

De roupeiro para cristaleira

Olá a todos!! Blog parado, mas não esquecido. Hoje volto com este trabalho, mais um desafio concluído pela oficina de restauração de móveis Madeira em Forma Com a ajuda de colaboradores, chegamos ao resultado esperado pelo cliente.  Espero que apreciem! Antes e depois! Armário roupeiro em Imbuia, super reforçado e está há anos na família do cliente. Em viagem ao Canadá, este se deparou com uma armário na vitrine, com vidros, espelhos e um belo tom de verde, nos solicitou que reproduzíssemos. Ajustes feitos e cliente feliz!! Vidros bisoutée deram o charme final. Em vista frontal, já finalizado. Esta bela "cristaleira" vai comportar a raríssima coleção de antiguidades do cliente.   Almofadas das portas removidas com tupia manual. Trabalho de desgaste nas portas, para receber o tom verde. Raspagem do acabamento anterior. Base, com quase 3 metros. Pés super bem estruturados. Dani encerando o painel. Pré monta...

Curso Básico de Restauração de Móveis em andamento

Olá! Nosso curso está rendendo. Todos com muito pique, vontade de aprender e bom humor em alta . Mas quem é que fica de mau humor restaurando um móvel lindo e sabendo que o resultado será ótimo, né?! Quer aprender também? Clique abaixo, curta nossa página e deixe seu recado. Temos vários cursos em programação relacionados à restauração de móveis e objetos antigos.   Visite nossa página no face e deixe seu recado   Imagens do curso em andamento...       Visite-nos e aguarde mais novidades. Abraços da Sandra        

Banqueta as avessas

Modelo de banqueta muito usado na década de 90, feito em madeira de Mogno ou Imbuia, com assento em laminado melamínico ( Formica ® , por exemplo). Banqueta prática e resistente, porém... feinha que só! Tão feinha que alguém abandonou uma pela vizinhança, junto com uma tábua de cozinha, em madeira robusta. Ahh, "catei"! E, com uma peça em cada mão, segui para casa, fazendo planos. Lixei tudo, no capricho. Aliás, a tábua é em madeira hiper dura, nem a lixadeira fazia cócegas. Daí passei fundo látex PVA branco na banqueta e lixei até a madeira ficar bem nivelada... ... e como queria só o "avesso" dela pintada, isolei tudo com jornal e fita crepe. Usei tinta spray azul à vontade, até cobrir toda a base branca... ... na parte da madeira, passei verniz Stain,  da Suvinil, dando destaque ao azul. Já a tábua, que cortei e usei como assento, isolei com jornal e fita crepe, deixando somente o espaço para o estêncil. Assim, reaproveitei as duas peças, ...

Cadeira Cimo, giratória - restaurada

Depois de um sumiço de quase meio ano, volto animada para dividir com vocês alguns trabalhos realizados pela oficina de restauração Madeira em Forma.  Um deles, é essa cadeira, mais que especial. Nas duas primeiras imagens, ainda sem restauro, mas com certeza, por baixo dessa tinta toda, existia uma madeira linda. Características: Cadeira de escritório Cimo C. de 1920, em Rio Negrinho, SC. Com assento regulável na altura e inclinação por meio de uma engrenagem giratória de ferro inspirada nos bancos de piano. A cadeira está associada ao cotidiano dos servidores públicos no século XX. Veja mais imagens AQUI de como era esta cadeira, antes do restauro. Eu e Hiroshi trabalhamos exaustivamente. A desmontamos, raspamos, lixamos, colamos e, por fim, recebeu verniz acetinado, resistente, para valorizar cada veio dessa "história" que a Cimo nos deixou e que merece ser eternizada. Bela, como imaginávamos. Como é feita em compensado la...

Cadeira Cimo 1001

Pobre cadeira. Deprimida de dar dó. Fora pisoteada por almas sem coração. A usavam como apoio para subir e aplicar grafiato nas paredes. Ninguém dava nada por ela. Todos a olhavam com desprezo, uns até desviavam os olhos e reclamavam "joga essa cadeira fora". E, como se não bastasse seu estado lastimável, a deixaram na calçada, em frente à casa, onde ficou na chuva por alguns dias. Passei várias vezes e a cobicei.  Ela, toda envergonhada, nem me deu bola - não era digna de ser admirada.  O que a sustentava em pé eram as lembranças dos tempos áureos, da expressão de satisfação de seus novos donos, quando fora comprada, por volta de 1950.  Enfim, meu encontro com esta cadeira CIMO 1001, original, foi quando tive coragem de "bater palmas" (para ela), em frente ao portão da tal casa, e ter criado coragem de perguntar se queriam vendê-la. O senhor que me atendeu, ficou um bom tempo olhando para a cadeira. Pensei "duvido que ele ainda queira esta cadeira ...